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Por um outro lado

Escritora frustrada. Mãe babada.Trapalhona por excelência. Gaja a quem tudo acontece. Adora escrever e fotografar sobre isso, apesar do jeito duvidoso. Experimentou Um lado. Agora, experimenta Por Um Outro. Será o avesso o lado certo?

Por um outro lado

#Cenas do arco da velha... o Lifestyle que se recomenda

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Uma breve pesquisa pelas centenas(?!?) de blogues que andam por aí e conclui-se que Lifestyle é algo que se tem e recomenda.

Ora, decompondo a palavra Lifestyle temos Life + Style. Traduzindo, de forma livre, ficamos com um Estilo de Vida.

 

Impõe-se perguntar: Qual é o Estilo de Vida que se tem? E, que Estilo de Vida é aconselhado aos outros?

 

Isto no campo da moda, entenda-se guarda-roupa pessoal, é um tema muito delicado. É que na passerele desfilam nuas... nas fotografias ficam tão bem... e, na rua, andam nuas também.

 

Depois de bisbilhotar por aí descobri um novo estilo Alta Fashion daqueles que, nem oferecido, quanto mais pago. Então parece que, quando a carteira (dos paizinhos?) não estica, o pessoal entretém-se a dar conselhos de moda de roupa adquirida nas lojas menos high end. Sim, eu também compro cuecas e meias nessas lojas mas... são para usar dentro das calças.

 

O que isto tem de curioso é vislumbrar uma parte, muito interessante, da psicologia dos adolescentes/jovem adultos de hoje.

 

 

Somos servidos de Alta Fashion daqueles de calção de enfiar na borda a passear no shopping. O que, se pode parecer apelativo para algumas gerações, para a maioria de nós, não é. Sim, sim, público-alvo e tal, mas... não deixa de ser estranho ver que há toda uma geração despida por aí, só porque fica mais ou menos bem aos pauzinhos de virar tripa. E, até tiram fotos ao ar-livre...

 

Basta uma ida ao shopping para ficar de olho cheio... e, não é gordo, é cheio, mesmo! Andar por aí quase-nuas não vos faz bonitas transforma-vos em presas. E, sim. Não é a roupa que nos protege... mas dá jeito conseguir correr se for caso disso. Aliás, deviam comprar, a par do calção da borda de fora, umas aulas de Krav Maga. Acreditem que podem vir a ser úteis.

 

O bife é vosso (não sei se conhecem a alegoria da vaca) e não devia ser comido por aí... nem com os olhos. Na dúvida, pergunto se ouviram aquela pérola do senhor taxista? É que AQUILO é o que lhes passa pela (falta de) cabeça mesmo. E, perante isto, andar de borda de fora não me parece nada salutar. Aconselhar aos outros, então...

 

Ser mulher neste mundo, e não ter medo de o mostrar, implica uma maior capacidade de encaixe... mas, não é encaixe do calção na borda, é da imagem que queremos passar. Femininismo, moda ou afirmação pessoal, está tudo muito bem... desde que o seja. Agora, mostrar para agradar, tem pouco de qualquer uma destas três coisas.

 

Junta-se a falta de trapo sobre o corpo ao gosto duvidoso, num Estilo de Vida que não se aconselha. Mas fazem-se grandes figuras por aí... Daquelas de ensopar o trapo.

 

Por um outro lado

#Cenas do Arco da Velha... brunchs e outros sabores

FabricaSabores.jpg

 

Nós gostamos de comer. Eu e a minha cara-metade... e a minha filha também parece apreciar.

 

Também gostávamos de ser altos, magros e esbeltos... e, ricos, não esquecer "ricos" já que estou a pedir. Enfim, mas não somos nada disso. Somos lindos, nos nossos corações, e na Pipoquinha maravilhosa que gerámos. E, isso é tudo o que interessa.

 

Mas voltando ao tema(porque eu adoro divagar): nós gostamos de comer. 

Ele é mais coisas simples: hamburgueres, esparguete, croissants, crepes e nutella. Eu sou mais sardinhas, tomates com ovos, panquecas, gelados e chocolate. 

Ele é esquisito com a comida. Odeia marisco, peixe e sopa. Eu já fui esquisita com a comida. Agora como o que há, quando consigo, que isto de #ser mãe não dá para grandes refeições.

 

Quando éramos só os dois adorávamos ir ao brunch. Experimentámos versão brunch e versão pequeno-almoço normal. Agora ficamo-nos pelos pequenos-almoços normais, pelo menos, até a Pipoquinha estar mais crescida.

 

Tenho saudades dos nossos brunchs. Adoro que sejamos três, mas não temos tido grandes oportunidades para fazermos as coisas que gostávamos de fazer enquanto casal... até a última ida ao cinema foi um desastre.

 

Fico ainda mais saudosa quando leio coisas destas e penso "Daqui a uns anos ainda lá estarão?"

 

Acho que vou convidá-lo para irmos de tabuleiro cheio para o jardim. Levamos o iogurte e o pão, escolhemos um banquinho, e ficamos a ver a relva crescer... E, podemos ser três... bem perto de casa.

 

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